




Foco em conhecer a história do cliente, suas queixas, demandas e pontos fortes, por meio de uma escuta empática e sem intervenções iniciais.
Após o acolhimento inicial, são traçadas metas e estratégias de tratamento, considerando as necessidades individuais do cliente.
O processo é conduzido com técnicas da TCC, ACT, Terapia Focada na Compaixão, Mindfulness e Neurociência Afetiva.
Durante a terapia, criamos momentos para conversar sobre como você tem se sentido, o que tem mudado e o que ainda pede atenção – sem cobranças, com respeito ao seu tempo e à sua vivência.





Sou uma Pessoa Altamente Sensível (PAS) e considero esse traço uma força no meu trabalho como psicóloga. Minha sensibilidade me permite perceber nuances sutis, acolher com empatia genuína e oferecer um espaço terapêutico profundo e cuidadoso. Desde a adolescência me interesso profundamente pelo sentido da vida, assim como pela mente, emoções e comportamento humanos. Esse interesse me levou a escolher a Psicologia como profissão, tendo me graduado em 2003. Desde então, venho trilhando um caminho de constante aprendizado e aprofundamento na área da saúde mental.
Após a graduação, me especializei em Psicoterapia Corporal, Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Neurociência Afetiva, compreendendo a importância de integrar corpo e mente no cuidado psicológico. Com o tempo, ampliei ainda mais minha atuação, me dedicando ao estudo e à prática da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), da Terapia Focada na Compaixão e das práticas de Mindfulness, abordagens que valorizam o acolhimento da experiência humana com gentileza, presença e flexibilidade psicológica.
Sou também praticante de meditação e yoga há mais de 20 anos, práticas que me acompanham tanto na vida pessoal quanto como recurso terapêutico complementar em minha abordagem. Acredito que o autoconhecimento, o cuidado com o corpo e a mente e a busca por sentido são pilares essenciais para uma vida mais plena e consciente — e é isso que busco oferecer em cada encontro terapêutico.

Sou uma Pessoa Altamente Sensível (PAS) e considero esse traço uma força no meu trabalho como psicóloga. Minha sensibilidade me permite perceber nuances sutis, acolher com empatia genuína e oferecer um espaço terapêutico profundo e cuidadoso. Desde a adolescência me interesso profundamente pelo sentido da vida, assim como pela mente, emoções e comportamento humanos. Esse interesse me levou a escolher a Psicologia como profissão, tendo me graduado em 2003. Desde então, venho trilhando um caminho de constante aprendizado e aprofundamento na área da saúde mental.
Após a graduação, me especializei em Psicoterapia Corporal, Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Neurociência Afetiva, compreendendo a importância de integrar corpo e mente no cuidado psicológico. Com o tempo, ampliei ainda mais minha atuação, me dedicando ao estudo e à prática da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), da Terapia Focada na Compaixão e das práticas de Mindfulness, abordagens que valorizam o acolhimento da experiência humana com gentileza, presença e flexibilidade psicológica.
Sou também praticante de meditação e yoga há mais de 20 anos, práticas que me acompanham tanto na vida pessoal quanto como recurso terapêutico complementar em minha abordagem. Acredito que o autoconhecimento, o cuidado com o corpo e a mente e a busca por sentido são pilares essenciais para uma vida mais plena e consciente — e é isso que busco oferecer em cada encontro terapêutico.
A psicoterapia oferece às Pessoas Altamente Sensíveis (PAS) um espaço seguro para acolher sua intensidade emocional e sensorial. Pesquisas conduzidas pela psicóloga Elaine Aron, pioneira no estudo da alta sensibilidade, mostram que esse traço está presente em cerca de 20 a 30% da população e está ligado a um sistema nervoso mais responsivo, capaz de perceber nuances e sutilezas que muitas vezes passam despercebidas pela maioria.
Na terapia, essa sensibilidade deixa de ser vista como fragilidade e passa a florescer como recurso: a capacidade de empatia, a profundidade reflexiva e a criatividade ganham lugar. Estudos em psicologia clínica apontam que intervenções como a Terapia Cognitivo-Comportamental e práticas de mindfulness podem ajudar as PAS a reduzir sobrecargas emocionais, fortalecer a autorregulação e encontrar equilíbrio diante dos estímulos intensos do mundo.
Mais do que aliviar o sofrimento, a psicoterapia favorece um processo de autoconhecimento em que a sensibilidade se torna guia — transformando-se em força vital, em bússola para escolhas mais autênticas e em fonte de bem-estar.
Uma terapia baseada em evidências é aquela que não se apoia apenas em achismos, modismos ou opiniões pessoais — mas sim em estudos científicos sérios, revisados, que mostram, na prática, que aquele tipo de abordagem funciona e pode ajudar de verdade.
Isso significa que as ferramentas, estratégias e reflexões usadas na sessão foram desenvolvidas, testadas e validadas por meio de pesquisas ao redor do mundo, com diferentes tipos de pessoas, contextos e dificuldades emocionais. Ou seja: há comprovação científica de que aquilo que está sendo aplicado tem potencial real de ajudar no enfrentamento de sintomas, na melhora da qualidade de vida e no desenvolvimento emocional.
Mas isso não quer dizer que a terapia se torna fria, mecânica ou impessoal — muito pelo contrário. A ciência ajuda a escolher os caminhos mais eficazes, mas cada pessoa é única, e por isso o processo é sempre adaptado à sua história, ao seu jeito de sentir, às suas necessidades e ao que faz sentido para você.
Na prática, isso significa que você será acompanhado(a) com acolhimento, escuta e sensibilidade, mas também com recursos que já mostraram funcionar para outras pessoas em situações semelhantes. É o encontro entre a técnica e o cuidado.
Regulação emocional é a capacidade de perceber, entender e lidar com as próprias emoções — mesmo aquelas que parecem desconfortáveis ou intensas demais. Isso não significa “controlar tudo o tempo todo” ou “não sentir tristeza, raiva ou medo”, mas sim aprender a responder às emoções de forma mais saudável e consciente, sem se deixar levar por impulsos automáticos ou se afogar nelas.
Na prática, é quando você consegue respirar fundo antes de reagir, entender o que está sentindo, dar nome àquilo, e escolher o que fazer a partir disso. É um processo que envolve autoconhecimento, aceitação, presença e cuidado consigo mesmo(a).
A terapia ajuda justamente a desenvolver essas habilidades, tornando possível viver com mais equilíbrio emocional, sem se desconectar do que se sente.
O autoconhecimento não é um fim em si mesmo — ele é um caminho para uma vida mais autêntica, coerente e com mais sentido. Quando você se conhece melhor, começa a entender por que sente o que sente, reage como reage, escolhe como escolhe. E isso abre espaço para fazer mudanças reais, mais alinhadas com o que você realmente precisa e valoriza.
Entre os benefícios do autoconhecimento estão:
* Tomar decisões com mais clareza,
* Lidar melhor com as emoções e os relacionamentos,
* Reconhecer padrões que se repetem,
* Fortalecer a autoestima e a autocompaixão,
* E construir uma vida mais conectada com quem você é — e não com o que esperam de você.
A terapia é um dos lugares mais seguros para começar (ou aprofundar) esse processo, porque oferece escuta, reflexão e ferramentas que te ajudam a se enxergar com mais profundidade e menos julgamento.
Uma crise existencial costuma surgir quando algo dentro de você começa a questionar o rumo da própria vida. Pode vir de forma silenciosa, como um cansaço que não passa, uma sensação de vazio, ou a perda do sentido nas coisas que antes faziam sentido. Ou pode vir em forma de ansiedade, inquietação, vontade de mudar tudo ou até mesmo de se isolar.
Perguntas como “Quem sou eu?”, “O que estou fazendo com a minha vida?”, “É isso mesmo que eu quero?” são comuns nesse momento. Às vezes essa crise acontece em fases específicas, como a juventude, a chegada aos 30 ou 40 anos, mudanças importantes, perdas, ou até quando se alcança algo que se esperava há muito tempo — e mesmo assim a sensação de vazio permanece.
Estar em crise existencial não é sinal de fraqueza — é sinal de que algo dentro de você está pedindo atenção, cuidado e talvez uma nova direção. A terapia pode ser um espaço potente para atravessar esse momento com apoio, clareza e transformação.
Eles escolheram compartilhar suas experiências com você
EXCELENTE Com base em 10 avaliações Publicado em Adriele Dall OrsolettaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Extremamente humana, sensível, respeitosa, cuidadosa como pessoa, profissional. Meu processo com a Elizabeth foi lindo! Muita escuta, cuidado, ótimas referências, indicações de ferramentas, leitura, conteúdo. Poucas pessoas me acolheram como você no momento que mais precisei! Eternamente grata e admiradora da sua pessoa e seu trabalho!Publicado em MARILZA RIBEIROTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Quero expressar minha profunda gratidão pelo trabalho da Elizabeth. Ela é uma profissional altamente capacitada, acolhedora e humana. Seu olhar sensível, aliado à escuta atenta e sem julgamentos, faz toda a diferença no processo terapêutico.Publicado em Ana Paula CarlisTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. A nossa conexão é recente apesar de não parecer. A Elizabeth é uma profissional acolhedora. Sinto que evoluímos a cada sessão, como acredito que deve ser. Só gratidão por tanta entrega, sabedoria e principalmente, apoio e respeito.Publicado em Bruna Lee BrunTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. A Elizabeth é extremamente atenciosa, acolhedora e sempre atualizada nas melhores praticas de psicologia e neurociência. Sua empatia e conhecimento são admiráveis, proporcionando um ambiente seguro e confiável para crescimento pessoal. Que sorte a minha ter encontrado ela.Publicado em Gabriela da costaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Beth foi meu primeiro contato com a terapia, já temos um ano de tratamento e não me vejo mais sem ela, já faz parte da minha vida e rotina. Uma profissional muitíssimo atenciosa, acolhedora, afetuosa, carinhosa e que tem me ajudado e muito na minha caminhada. Indico de olhos fechados e coração aberto. Façam terapia, salva vidas. Obrigada Beth ❤️Publicado em Clau LealTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Elizabeth, com a sua postura delicada, e seu auto-conhecimento. Nos coloca com facilidade rever e reciclar nossos sentimentos.Publicado em Tatiana VillarTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Profissional extremamente humana, é sempre bem atenciosa e empática. Consegue compreender várias questões com o suporte e conhecimento em neurociência e teoria do apego.Publicado em Sabrina SahTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. A Beth cuida com amor tão humano, que é impossível não se sentir acolhido e ouvido. A indico sem medo para todos que eu conheço, deveria ser requisito ter essa vocação para ser esse profissional que cuida do nosso íntimo.Publicado em Andréa DemarchiTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Elizabeth é uma profissional muito atenta, acolhedora, me sinto confiante ao seu lado nesse processo em busca de qualidade de vida, tratamento de traumas e autoconhecimento. Nossas trocas são muito valiosas pra mim. Gratidão!!!Publicado em manuela ançaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. psicóloga incrível, ela facilita meu processo de autoconhecimento e evolução pessoal, me mostrando diversas coisas da vida 😁
Atenção: Este site não oferece atendimento imediato a pessoas em crise suicida. Em caso de crise ligue para o CVV – 188. Em caso de emergência, procure o hospital mais próximo. Havendo risco de morte, ligue imediatamente para o SAMU (telefone 192).
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